domingo, 25 de janeiro de 2009

Noite Solitária e Infinita

Durante a noite
Tu soluçavas ao luar
Tu choravas ao vento
Teus lábios murmuravam de lamentos

Noite de solidão
Noite se sofrimento
Noite longa
As almas nas sombras da noite tremem

Gemidos e gritos
Vozes abafadas e assustadoras
Espelham-se pela noite
Que é fria e sombria

As sombras se espalham
Tuas mãos tremem
As profundezas da noite
São solitárias e infinitas

A lua desapareceu
Entre as nuvens ela dorme
A escuridão domina tudo agora
Tu não tens mais a lua para iluminar-te...


BY BRUNA

3 comentários:

  1. Soluços e suspiros,lágrimas rolam pela face entristecida de um anjo que choras pela noite com um sentimento no peito...Tristeza sentimento díficil de lidar e nos destroi ao poucos...
    Belo poema doce anjinho...
    Bjs

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